quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Brasil é o primeiro país a traduzir Guia dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para empresas

A publicação auxilia as empresas a maximizar sua contribuição para os Objetivos Globais da ONU e minimizar os impactos negativos, orientando suas estratégias para criar negócios sustentáveis e reduzir riscos.
Originalmente intitulada SDG Compass, a publicação foi traduzida para atender as demandas do mercado brasileiro. Foto: Pacto Global da ONU
Originalmente intitulada SDG Compass, a publicação foi traduzida para atender as demandas do mercado brasileiro. Foto: Pacto Global da ONU
O Brasil é o primeiro país a lançar o Guia dos ODS para as empresasem seu próprio idioma. A publicação em português foi produzida pela Rede Brasileira do Pacto Global, em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e a Global Reporting Initiative (GRI). Com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, a publicação explica como os ODS afetam os negócios das empresas e oferece as ferramentas e o conhecimento necessários para colocar a sustentabilidade no centro de suas estratégias. O lançamento teve apoio do Itaú e aconteceu na quarta-feira (18) em São Paulo.
O presidente da Rede Brasileira do Pacto Global, André Oliveira, destacou que a união do setor privado é o único
caminho para alcançar os objetivos. “Hoje já alcançamos a compreensão de que as parcerias são fundamentais para propagar e atingir os objetivos de desenvolvimento sustentável. Uma única pessoa ou uma instituição sozinha não poderá provocar uma mudança tão grande quanto a que queremos”, afirmou.
O evento contou com a apresentação do guia e a exposição de três cases que exemplificam boas práticas da Itaipu e outras organizações, como a Trata Brasil e a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, para trabalhar as ODS. Compareceram cerca de 80 pessoas de diversos setores da economia.
Com cinco passos – Entendendo os ODS, Definindo prioridades, Estabelecendo metas, Integração e Relato e comunicação –, a publicação auxilia as empresas a maximizar sua contribuição para os ODS e minimizar os impactos negativos, orientando suas estratégias para criar negócios sustentáveis e reduzir riscos. Originalmente intitulada SDG Compass, a publicação foi traduzida para atender as demandas do mercado brasileiro.
De acordo com o Guia, os ODS apresentam uma oportunidade para que mecanismos e tecnologias sejam elaborados para tratar dos maiores desafios mundiais de desenvolvimento sustentável. “O guia tem uma importância ferramental, pois traduz uma agenda importante como a dos ODS para a criação de estratégias de negócios. E com a esfera de influência das organizações, contribuirá para o desenvolvimento de parcerias colaborativas”, destacou Oliveira.
O Guia dos ODS para as Empresas também orienta sobre o redirecionamento dos fluxos de investimento, para que as organizações atendam às demandas de inovação do mercado e utilizem os recursos de forma mais eficiente. “Esse estudo ajudará as empresas a aplicar os ODS em suas atividades, de acordo com seus objetivos estratégicos. Esperamos, assim, contribuir para o desenvolvimento de negócios cada vez mais sustentáveis tanto em termos da perenidade do business quanto do ambiente em que vivemos”, afirma Marina Grossi, presidente do CEBDS.
Fonte:http://nacoesunidas.org/
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Nota da Abrasco sobre a tragédia da mineração em MG: SAMARCO-VALE-BHP



 É preciso questionar a ideia de progresso e crescimento
 econômico a qualquer custo. A megamineração do mercado
o global de commodities faz parte desse modelo de 
desenvolvimento.


Vejam a nota da ABRASCO no link:http://www.abrasco.org.br/site/2015/11/nota-da-abrasco-sobre-a-tragedia-da-mineracao-em-mg-samarco-vale-bhp/







domingo, 5 de julho de 2015

Vida José - Mais espelho, menos janelas!!!!!


Reflexão sobre o vído: Vida Maria

A reflexão que faço, após assistir ao  Curta Metragem Vida Maria, é de que " A VIDA É FEITA DE ESPELHOS E, E NÃO DE JANELAS.


                                                                                     

Estudando Epidemiologia em plataforma EAD

Publicado em 22 de mai de 2012
Vídeo aula elaborado para o Curso de Especialização em Gestão em Saúde do IF-SC UAB.

sábado, 27 de junho de 2015

Promoção de saúde

A turma unida em Promoção da Saúde.
Aula de dança.; MARAVILHOSO!!!!!

E, Capoeira.... pra todos lembrarem das nossas origens.
 


Tá na hora de rever minha alimentação.

Em confraternização com a turma, percebi, através da
foto que estou "exagerando na Alimentação...
Reeducação alimentar, urgente.

5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

Saúde começa pela boca. Assim dizia um ditado popular.
A 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, cujo lema é “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”, é um evento estratégico entre ações e iniciativas para se atingir as metas de erradicação da extrema pobreza no país.
Cerca de 2 mil convidados participam do evento. Todos os estados estarão representados, respeitando-se a diversidade e a pluralidade do país. Dois terços da delegação, formada pela sociedade civil, terá entre seus integrantes representantes indígenas, quilombolas, população negra, povos de terreiro, além de outros povos e comunidades tradicionais e a população em geral.
A 5ª Conferência Nacional terá presença de governadores, ministros de Estado, parlamentares e observadores. Também será prestigiada por convidados nacionais e internacionais. Trata-se de um evento de inegável importância na agenda nacional, com visibilidade política e repercussão nos meios de comunicação.

Conforme Decreto:

I Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional-1994-  Fome: Uma Questão Nacional

Com o tema Fome: Uma Questão Nacional, foi realizada, entre os dias 27 e 30 de julho de 1994, a I Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional em Brasília.
Um ano após a criação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em 1993, foi realizada a I Conferência Nacional de Segurança Alimentar em Brasília, entre os dias 27 e 30 de julho de 1994.

Com o tema Fome: Uma Questão Nacional, o evento reuniu 1.800 delegados de todo o País, representando a sociedade civil e governos municipais, estaduais e Federal. A Conferência foi resultado de um processo que começou com o lançamento da Ação da Cidadania Contra a Fome e a Miséria e pela Vida.

O evento serviu para o debate do conceito de segurança alimentar como componente de um projeto nacional transformador da realidade que produz e reproduz a fome, a miséria e a exclusão.
II Conferência Segurança Alimentar - 2004 :
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/II_Conferencia_2versao.pdf
III Conferência Segurança Alimentar - 2007 : Por um Desenvolvimento Sustentável com Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional.
http://www.planalto.gov.br/consea/3conferencia/static/Documentos/RelatorioFinal.pdf
IV Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - 2011 - cujo lema é “Alimentação Adequada e Saudável: direito de todos”
 http://www4.planalto.gov.br/consea/publicacoes/4a-conferencia/relatorio-4a-cnsan_20marco2012_versao-preliminar.pdf/view

V Conferência Nacional de segurança Alimentar - 2015 - “Comida de verdade no campo e na cidade: por direitos e soberania alimentar”

Participei da Conferência Municipal e também de Conferências Livres de Segurança Alimentar.
Tema tão importante e a sociedade, agora, está se dando por conta.




Todos debatendo e discutindo segurança Alimentar e Direito humano a Alimentação Adequada. Lindo!!!!!




Pré Conferência Municipal de Saúde - Eixo Baltazar

O chamado foi feito. E o povo???? Participou.
Em Porto Alegre aconteceu as pré conferencias da 7ª Conferência Municipal de Saúde.
Participei no Eixo Baltazar.
E o povo que participou estava "antenado" para as questões da saúde....







 

Runo à 15ª Conferencia Nacional de Saúde e a Hostória da Conferências de Saúde

Histórias das Conferências de Saúde

As Conferências de Saúde se iniciaram há 70 anos, cumprindo o disposto no parágrafo único do artigo 90 da Lei n.º 378, de 13 de janeiro de 1937. A obrigatoriedade da realização das Conferências de Saúde foi mantida, em 1990, quando a Lei n.º 8.142 as consagrou como instâncias colegiadas de representantes dos vários segmentos sociais, com a missão de avaliar e propor diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis municipais, estaduais e nacional.
Também a partir da Lei n.º 8.142 ficou estabelecida uma periodicidade de quatro anos para a realização das Conferências de Saúde, que deveriam contar, necessariamente, com a participação dos movimentos sociais organizados, das entidades ligadas à área da Saúde, dos gestores e dos prestadores de serviços de saúde.
Convocadas pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, pelo Conselho de Saúde, as Conferências têm como objetivos principais avaliar a situação de saúde e propor diretrizes para a formulação da política de saúde nos três níveis de gestão. Isso significa dizer que as deliberações das Conferências devem servir para orientar os governos na elaboração dos planos de saúde e na definição de ações que sejam prioritárias nos âmbitos estaduais, municipais e nacional.
A cada nova Conferência tem sido observado um aumento importante da participação da sociedade civil, fenômeno que garante a definição de políticas de saúde cada vez mais democráticas. As Conferências são fóruns privilegiados que a sociedade civil possui para discutir e apontar soluções para os problemas que envolvem a saúde da população brasileira.
É nos espaços das Conferências que a sociedade se articula para garantir os interesses e as necessidades da população na área da Saúde e assegurar as diversas formas de pensar o SUS, assim como para ampliar, junto à sociedade, a disseminação de informações sobre o Sistema, para fortalecê-lo.
É nos espaços das Conferências que a sociedade se articula para garantir os interesses e as necessidades da população na área da Saúde e assegurar as diversas formas de pensar o SUS, assim como para ampliar, junto à sociedade, a disseminação de informações sobre o Sistema, para fortalecê-lo.
Gestão participativa no Sistema Único de Saúde - A gestão participativa e a apropriação do direito à saúde são um desafio constante, pois a ampliação do controle social sobre o Estado depende, em última instância, da participação da sociedade na definição e no exercício dos direitos de cidadania, também da cultura de participação que se cria tanto nos espaços institucionalizados quanto nas relações interpessoais.
Sendo assim, fortalecer o controle social e a gestão participativa, enquanto política de um governo democrático popular, representa o compromisso de identificar, desencadear e fortalecer dispositivos que promovam a participação da população.

Ano/temas/principais assuntos abordados

tabela das conferências

Relatórios das Conferências

1ª CNS (1941) - Situação sanitária e assistencial dos estados.
        Relatório Final da 1ª Conferência Nacional de Saúde
2ª CNS (1950) - Legislação referente à higiene e à segurança do trabalho.
3ª CNS (1963) - Descentralização na área de Saúde.
        Relatório Final da 3ª Conferência Nacional de Saúde
4ª CNS (1967) - Recursos humanos para as atividades em saúde.
5ª CNS (1975) - I. Implementação do Sistema Nacional de Saúde; II. Programa de Saúde Materno-Infantil; III. Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica; IV. Programa de Controle das Grandes Endemias; e V. Programa de Extensão das Ações de Saúde às Populações Rurais.
        Relatório Final da 5ª Conferência Nacional de Saúde
6ª CNS (1977) - I. Situação atual do controle das grandes endemias; II. Operacionalização dos novos diplomas legais básicos aprovados pelo governo federal em matéria de saúde; III. Interiorização dos serviços de saúde; e IV. Política Nacional de Saúde.
        Relatório Final da 6ª Conferência Nacional de Saúde
7ª CNS (1980) - Extensão das ações de saúde por meio dos serviços básicos.
        Relatório Final da 7ª Conferência Nacional de Saúde
8ª CNS (1986) - I. Saúde como Direito; II. Reformulação do Sistema Nacional de Saúde; e III. Financiamento Setorial.
        Relatório Final da 8ª Conferência Nacional de Saúde
9ª CNS (1992) - Municipalização é o caminho.
        Relatório Final da 9ª Conferência Nacional de Saúde
10ª CNS (1996) I. - Saúde, cidadania e políticas públicas; II. Gestão e organização dos serviços de saúde; III. Controle social na saúde; IV. Financiamento da saúde; V. Recursos humanos para a saúde; e VI. Atenção integral à saúde.
        Relatório Final da 10ª Conferência Nacional de Saúde
11ª CNS (2000) - Efetivando o SUS: acesso, qualidade e humanização na atenção à saúde com controle social.
        Relatório Final da 11ª Conferência Nacional de Saúde
12ª CNS (2003) - Saúde: um direito de todos e um dever do Estado. A saúde que temos, o SUS que queremos.
        Relatório Final da 12ª Conferência Nacional de Saúde
13ª CNS (2007) - Saúde e Qualidade de Vida: Política de Estado e Desenvolvimento
14ª CNS (2011) - Todos usam o SUS! SUS na Seguridade Social - Política Pública, Patrimônio do Povo Brasileiro
15ª CNS ( 2013) -  15ª Conferência Nacional de Saúde  “Saúde pública de qualidade para cuidar bem das pessoas”
 Convocação: http://portal.conasems.org.br/index.php/comunicacao/ultimas-noticias/3845-o-presidente-do-conasems-fernando-monti-convoca-todos-os-gestores-para-realizarem-as-etapas-municipais-da-conferencia-nacional-de-saude-a-partir-de-abril